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Escrito por Sayô & Shara às 09h17 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h18 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h43 []
Escrito por Sayô & Shara às 11h43 []
Escrito por Sayô & Shara às 10h04 []
Escrito por Sayô & Shara às 11h51 []
Comentário deixado por Clarice no blog http://confissoesdeumviajante.blogspot.com/ Escrito por Sayô & Shara às 10h12 []
Trecho retirado do Blog http://www.identidadeperdida.blogger.com.br/
Escrito por Sayô & Shara às 09h35 []
Trecho de um comentário do blog http://anuchamelo.blog.uol.com.br/index.html Escrito por Sayô & Shara às 08h29 []
Trecho retirado do Blog http://confissoesdeumviajante.blogspot.com/
Escrito por Sayô & Shara às 08h56 []
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Escrito por Sayô & Shara às 08h49 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h17 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h40 []
Escrito por Sayô & Shara às 07h41 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h07 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h41 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h58 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h08 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h26 []
Escrito por Sayô & Shara às 12h12 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h49 []
Teresina, 03 de junho de 2006. Carta aberta aos leitores do artes com trastes e traquinagens. Posso fugir de outros, mas não posso fugir de mim!Manoel de Barros esses dias com Manoel de Barros foram tão intensos, tão felizes! Eles me provocaram tanto a ponto de não fugir de mim, de afetar meu corpo. Suspendi meus “negócios”, me liberei e consegui numa velocidade interrupta sentir o meu corpo O espetáculo Homem de Barros é alimento para a alma. Cada pedaço dele é composto de fluxos de pensamento pois interrompem e invadem nosso corpo, que se torna produtor intenso de novos pensamentos. Do espetáculo arrancamos o que queremos e o que conseguimos reter. Eu vivi intensamente tudo! Experimentei cada gesto, cada palavra de Paulo Gianini (o ator do monólogo) como se fosse eu que o tivesse feito ou dito. Que bela invenção, eles produziram! Ampliaram o mundo com isso, pois como diz Manoel Inventar é aumentar o mundo porque podemos atravessar as coisas, as pessoas com matéria da nossa imaginação. E nesse caso não há limites... Criamos nessa experiência do Palco Giratório, e é com a argamassa dessa criação que compomos nosso mundo, nosso corpo. Nunca fiquei tão perto de Deus! Assisti ao espetáculo Homem de Barros, em Teresina e Hoje, sinto uma saudade povoada das pesquisas da Lumena, dos cartões que fiz com ela e Clarinha - minhas filhotas. Saudade também da minha amada Sayô, dos comentários da Lela (nem tenho palavras para agradecê-la), da Dora, da Enoisa e tantos outros e outras que passaram pelo blog. Ao lerem os lindos pôsteres produzidos por Sayô, estas pessoas se renderam ao universo de Manoel de Barros de modo singular. Além disso, Luciano Melo e o grupo cajuína na figura de Andréa, Helder, Vânia e Gregório trouxeram ao projeto sua arte. Eles entraram na minha fala de modo único, mobilizando saberes ao recitarem os poemas do Manoel de Barros. Fantástico! Tudo que eu desejei, aconteceu. Sinto-me contemplada pois ao tempo que eu falava sobre meu encontro e envolvimento com Manoel; Luciano, em Teresina, e Andréa e Helder, em Parnaíba, entravam no texto trazendo arte e beleza ao meu discurso. E para fechar com plenitude, voando fora da asa, Gregório encerra cantando. Isso mesmo: ele musicou um poema de amor de Manoel de Barros.
Neste momento, depois de tudo, percebo o tanto de gente que afetei, mobilizei quando ganhei de presente este projeto de Lili para participar do Palco Giratório, do SESC. Parabéns a todos que idealizaram este projeto e em especial ao Paulo Gianini, ao Kadu e ao PH que de modo tão sensível se apossaram da poesia de Manoel e lhe deram corpo no personagem Andarilho - aquele que, entre tantas coisas, possui doutorado em formigas. Por isso agradeço ao universo e a todas as pessoas que me ajudaram a compor meu texto e também por esses momentos inesquecíveis com um Homem de Barros chamado Manoel que me ajudou a afetar pessoas e a ter na ponta do lápis imaginação como fonte de criação e vida no conhecimento, Shara Jane.
Escrito por Sayô & Shara às 12h37 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h58 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h19 []
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Outras Artes
Sayô & Shara (primeiras Artes)
Anucha Sanka Marcinha(Clarinha) Clarice Paulo Drika Edwar Valéria Fran Carvalho Mariana Arraes ObservadOOr Regis Falcão Pedro Pan Marcos Pardim Claudio Eugenio Luz Ilidio Enoísa Luana 'Dits' Janaína Lobo Flog da Anucha Fotolog da Janaina Lobo Layane Holanda Núcleo de Criação do Dirceu Ana Paula Lela Paulo Vugu Diovanni
As coisas jogadas fora por motivo de traste são alvo da minha estima. Prediletamente latas. Latas são pessoas léxicas pobres porém concretas. Se você jogar uma lata por motivo de traste: mendigos, cozinheiras ou poetas podem pegar. Por isso eu acho as latas mais suficientes, por exemplo, do que as idéias. Porque as idéias, sendo objetos concebidos pelo espírito, elas são abstratas. E, se você jogar um objeto abstrato na terra por motivo de traste, ninguém quer pegar. Por isso eu acho as latas mais suficientes. A gente pega uma lata, enche de areia e sai puxando pelas ruas moda um caminhão de areia. E a idéia, por ser um objeto abstrato concebido pelo espírito, não dá para encher de areia. Por isso eu acho a lata mais suficiente. Idéias são a luz do espírito _ a gente sabe. Há idéias luminosas _ a gente sabe. Mas elas inventaram a bomba atômica, a bomba atômica, a bomba atôm.................... Agora eu queria que os vermes iluminassem. Que os trastes iluminassem. (Manoel de Barros) Artes Passadas
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