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Hoje, Francinete me deixou embasbacada com sua sabedoria. Ela disse que minha casa é como um coração enorme, pois as pessoas podem chegar a qualquer hora e sempre tem o que comer e são bem recebidas. Segundo ela, lá de onde ela vem, isso significa que, aqui, nunca vai ser lugar solitário, vazio ou escasso de comida e alegria. Meu presente para Sayô: No seu aniversário, Artes (com)trastes e traquinagens se firma possibilitando a invenção de nós mesmos ao transformar nossos corpos: dos que chegam e especialmente o de Sayô que se criou poeta e avivou ainda mais sua alegria. Traquina, ela sobe na cerca e perfila os seus sonhos mostrando-se e se anunciando outra. Beijos de Shara, em dias de chuva, em maio de 2006. Escrito por Sayô & Shara às 10h42 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h23 []
Escrito por Sayô & Shara às 07h33 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h10 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h40 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h35 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h06 []
Escrito por Sayô & Shara às 10h27 []
GILBERTO GIL no fim de uma visita feita a Manoel de Barros diz : - Onze horas no lombo das águas. Linda essa idéia. Uma coisa que não esquecerei nunca. Li hoje num de seus livros essa metáfora. Isso me rememorou a infância quando eu fazia a travessia de barco na Baía de Todos os Santos. Exatamente no lombo das águas, o casco do barco batendo nas ondas o tempo todo e aquela sensação de estar montado em alguma coisa. Mas só quem lembra disso são os poetas profundos. Eu nunca tinha lido isso em outro lugar. Eu tenho isso na minha própria dimensão interior. Mas nunca tinha escrito, nunca tinha me dado de que navegar pode ser também andar no lombo das águas. Naquele dia, naquele rio a musa disse isso a ele. A poesia é dona de si mesmo.
- Depois que o presidente me mandar pra casa. Se eu for disser por aí que você está me recomendando ócio, vai todo mundo comentar: o quê?!! O Manoel está pedindo ao ministro pra trabalhar menos. Aí, Manoel, você vai ter que se explicar com o presidente. Já pensou?
Pra conferir a entrevista toda,eh soh clicar no link abaixo.Beijos, Sayô. http://www.cultura.gov.br/noticias/noticias_do_minc/index.php?p=9166&more=1&c=1&pb=1 Escrito por Sayô & Shara às 09h12 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h11 []
Escrito por Sayô & Shara às 10h21 []
Escrito por Sayô & Shara às 15h25 []
Escrito por Sayô & Shara às 14h54 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h09 []
o Homem de Barros - MANOEL DE BARROS. Nunca vou esquecer desse encontro. Num SARAU, no terraço da casa dela, com almofadas e mantas espalhadas pelo chão, uma lua linda e um VARAL DE POESIAS. E ela lendo MANOEL DE BARROS... Obrigada Shara! Você não tem noção o quanto consegues transferir à minha pessoa a poesia que existe em você. A cada encontro nosso, a cada abraço, a cada fala sua à minha direção, a cada visita à sua casa... Você reacendeu a poesia na minha vida. Tens noção da responsa disso hein ? rsrsrsrs Te amo bem grande. Sayô Escrito por Sayô & Shara às 09h29 []
Escrito por Sayô & Shara às 07h08 []
Tem chovido muito em Teresina. E geralmente a chuva cai e leva a luz,deixando Teresina um breu. Em uma dessas "chuvas sem luz", a noite,eu estava em casa com Amandinha. Resolvemos deitar e ficar curtindo a chuva, no escuro. Escrito por Sayô & Shara às 08h47 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h55 []
Escrito por Sayô & Shara às 09h22 []
Escrito por Sayô & Shara às 07h15 []
Escrito por Sayô & Shara às 08h39 []
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Outras Artes
Sayô & Shara (primeiras Artes)
Anucha Sanka Marcinha(Clarinha) Clarice Paulo Drika Edwar Valéria Fran Carvalho Mariana Arraes ObservadOOr Regis Falcão Pedro Pan Marcos Pardim Claudio Eugenio Luz Ilidio Enoísa Luana 'Dits' Janaína Lobo Flog da Anucha Fotolog da Janaina Lobo Layane Holanda Núcleo de Criação do Dirceu Ana Paula Lela Paulo Vugu Diovanni
As coisas jogadas fora por motivo de traste são alvo da minha estima. Prediletamente latas. Latas são pessoas léxicas pobres porém concretas. Se você jogar uma lata por motivo de traste: mendigos, cozinheiras ou poetas podem pegar. Por isso eu acho as latas mais suficientes, por exemplo, do que as idéias. Porque as idéias, sendo objetos concebidos pelo espírito, elas são abstratas. E, se você jogar um objeto abstrato na terra por motivo de traste, ninguém quer pegar. Por isso eu acho as latas mais suficientes. A gente pega uma lata, enche de areia e sai puxando pelas ruas moda um caminhão de areia. E a idéia, por ser um objeto abstrato concebido pelo espírito, não dá para encher de areia. Por isso eu acho a lata mais suficiente. Idéias são a luz do espírito _ a gente sabe. Há idéias luminosas _ a gente sabe. Mas elas inventaram a bomba atômica, a bomba atômica, a bomba atôm.................... Agora eu queria que os vermes iluminassem. Que os trastes iluminassem. (Manoel de Barros) Artes Passadas
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